Doutores argentinos opõem-se ao aborto: “somos médicos, não assassinos”
- 7 de ago. de 2018
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Senado da Argentina decide se irá legalizar aborto até as primeiras 14 semanas de gravidez
Médicos argentinos se posicionaram afirmando que preferem ir para a prisão a realizar abortos. Centenas deles se organizaram em protestos às vésperas da votação no Senado sobre o projeto de legalização do aborto, dia 8 de agosto. Juntamente com manifestantes pró-vida, muitos doutores tomaram as ruas levantando cartazes com a frase: “somos médicos, não assassinos”. Fonte De acordo com a Academia Argentina de Medicina “destruir um embrião humano significa impedir o nascimento de uma pessoa”. Autoridades de cerca de 300 hospitais privados e centros médicos denunciaram a legislação que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados.








































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